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Sobre a possível venda de Lucas ao PSG


Lucas foi alvo de pitaco quando caiu de rendimento, em setembro do ano passado.

Na época, o São Paulo era comandado por Adílson Batista e ia mal das pernas. Depois de discorrer sobre o jogador e compará-lo a Neymar, conclui faltava sangue nos olhos ao bom moço.

Hoje o cenário não é muito diferente.

Lucas é sem dúvidas o melhor jogador são-paulino, garantido na seleção, isso com apenas 19 anos.

Quando surgiram as primeiras especulações sobre sua saída, Lucas sempre disse que queria virar ídolo e conquistar títulos antes de sair.

Queria ficar no Brasil até a Copa-14.

O 'sim' de Dorival para o Flamengo

Dorival Silvestre Júnior foi bom jogador, conhecido apenas por Júnior. Era volante dos bons, e tinha genética favorável (era sobrinho de Dudu, ex-companheiro de Ademir da Guia no Palmeiras).

Começou na Ferroviária-SP e rodou os times do interior de São Paulo, foi para Santa Catarina, Coritiba, até chegar ao mesmo Palmeiras de seu tio.

Depois disso, foi ao Grêmio e Juventude, onde encerrou a carreira em 1995.

Se formou em Educação Física e virou treinador, em 2003.

Rodou, rodou e rodou até fazer grande trabalho no São Caetano, em 2007, chegando ao vice-campeonato Paulista, com direito a eliminação do São Paulo em pleno Morumbi.

No Cruzeiro-07 não foi bem.

No Coritiba-08 fez bom trabalho.

No Vasco-09 foi fundamental na caminhada da Série-B.

Foi então que chegou ao Santos, no fim de 2009.

Na Baixada Santista fez seu grande trabalho, montando o time mais ofensivo que vi, com Neymar, André, Robinho, Ganso, Arouca, Wesley, etc.

Foi então que discutiu com Neymar, no famoso episódio que ocasionou a sua demissão.

Fora do Santos, foi para o Atlético-MG, onde foi mal.

Demitido, chegou ao Internacional, onde todos imaginaram que deslancharia.

Depois de chegar no G-4 no Brasileirão-11, iniciou seu martírio em 2012. Mesmo com o Gaúcho-12, não conseguiu arrumar o time com os muitos bons jogadores que tinha (Oscar, D’Alessandro, Damião, Dagoberto, etc.).

Depois de 3 resultados ruins, foi demitido pela diretoria Colorada, sendo substituído por Fernandão.
Pouco tempo desempregado, foi abordado por Zinho para comandar o Flamengo, que demitira Papai Joel Santana.

Disse ‘sim’, mesmo com uma tarefa nada fácil.

O elenco é fraco: Léo Moura e Renato Abreu envelhecidos; zaga insegura; Ramón fraco; Aírton e Ibson vão de mal a pior; Botinelli é fraco; a molecada não está pronta e não pode segurar a bronca sozinho.

Sobra Vagner Love, só ele.

A diretoria não oferece qualquer segurança, nem dá respaldo ao trabalho.

Qualquer erro é suficiente para sacrificar o técnico.

A politicagem atrapalha e os cartolas travam uma guerra de poderes.

Só por muito cascalho ($$) dá para encarar o Flamengo de hoje.

Sobre a zaga da seleção em Londres

Duplas de zaga são algo incrível.

São 2 jogadores que têm a missão de proteger o gol e o goleiro.

A zaga pode contar com a ajuda de um bom cão de guarda na cabeça de área, dando proteção, ou até com a cobertura dos laterais, mas no final das contas é a zaga que segura a bronca.

Tem o zagueiro tipo técnico, rápido, novato, experiente, veterano, rebatedor (bola-pro-mato), etc.

Geralmente as boas duplas são formadas por jogadores de tipos mistos. Um rápido outro mais lento. Um destro e um canhoto. Um mais alto outro menos.

Foi exatamente assim que se formaram as últimas 2 duplas campeãs da Libertadores (Dracena-Durval e Chicão-Castán).

Mas também temos o zagueiro tipo Monstro.

Monstro é o zagueiro que faz sozinho a defesa.

No Paulistão-08, Henrique jogava sozinho no Palmeiras. Gustavo só fazia figuração, coisa impressionante.

De volta ao Verdão, Henrique comandava a defesa até ser solicitado como volante. Monstro que é, tem se saído muito bem também no meio.

Dedé é outro Monstro.

Em 2011, começou a jogar com o regular Anderson Martins, e depois com o fraco Renato Silva. Fazia a zaga sozinho.

Nesta janela de julho, Renato Silva partiu para a China. Sobrou Douglas para fazer dupla. O cara é bem fraco, mas não tem problema, porque Dedé joga sozinho.

Thiago Silva também era chamado de Monstro na sua (segunda) passagem pelo Fluminense. Na campanha da Liberta-08, se destacou mesmo tendo ao seu lado o fraco Luis Alberto. Segurou a bronca sozinho, com extrema condição técnica.

Transferido à Europa, foi salvar a zaga do Milan, jogando ao lado do envelhecido Nesta. Se destacou muito lá, e já é considerado o melhor zagueiro do mundo. Tanto que cavou seu lugar no PSG, a nova potência ($$) do futebol mundial.

Antes da convocação da Seleção para as Olimpíadas, cogitava-se muito que Mano levaria 2 zagueiros acima dos 23 anos, diante da fragilidade dos defensores com idade olímpica.

O favorito para fazer dupla de zaga com Thiago Silva era David Luiz, mas Mano optou por um atacante, Hulk.

Para a zaga, sobraram Juan, da Inter de Milão, e Bruno Uvini, eterno reserva do São Paulo.

Juan é medonho, e Uvini parece qualquer coisa menos zagueiro.

Qualquer um dos dois que Mano escolha, o recado para Thiago Silva é claro.

Mano dirá: “Thiago, segura lá atrás bixão!”

O Monstro Thiago Silva terá muito trabalho, e o ouro passa muito pelo seu desempenho.

A reviravolta de Felipão e a novela Ganso

Durante a semana passada tivemos como destaque o título do Palmeiras na Copa do Brasil, a negativa de Diego ao Flamengo, a continuação da novela de Ganso, entre outros.

Diego nunca foi assunto do blog, mas Felipão (e seu Palmeiras) e Ganso já.

- Felipão/Palmeiras



Em novembro de 2011, critiquei Felipão. Na época, o Palmeiras estava pegando fogo. João Vitor acabara de ser agredido por torcedores. Kleber liderava um motim contra a concentração. O ápice da má fase foi a pérola dita por Felipão no aeroporto, quando um fotógrafo lhe tirava a paz.

Disse o técnico: “fotografe meu pau”.

Eu concluí à época que Felipão não conseguiria mais formar mais uma ‘Família Scolari’, baseando minha opinião na mudança de atitude do treinador.

Todos sabemos que o forte de Felipão não é a parte tática. Nunca foi um estrategista. Nada de nó-tático.

A principal qualidade de Felipão sempre foi o trato com os jogadores, o comprometimento que conseguia despertar, a confiança que conquistava em seu trabalho.

Porém, por todo 2011, Felipão parecia desequilibrado, criticava jogadores em público (de Valdívia a João Vitor), não oferecia a proteção de costume ao elenco.

Para minha surpresa, 2012 começou com uma história bem diferente.

A contratação de Barcos, a saída de Kléber, o sequestro de Valdívia, não sei qual o fator, mas Felipão fechou o time e formou nova Família.

Botou a Copa do Brasil-12 no bolso, sem dificuldades.

Especialmente para desmentir a audaciosa previsão.

- Ganso

Ganso também foi objeto de debates. Também no fim de novembro, enviamos um alerta público ao jogador, que deveria se preocupar em ‘decolar’.

O quadro era simples: Ganso não brilhava, escondido em lesões e polêmicas, enquanto seu ‘parça’ Neymar era o melhor jogador do Brasil e já havia presenteado o Santos com sua 3ª Libertadores.

2012 seria uma boa oportunidade.

Mas Ganso não brilhou.

Em junho, Ganso se dizia feliz no Santos e disposto a aceitar o plano de carreira oferecido.

Essa semana, porém, o negócio ficou esquisito.

LAOR, o presidente, disse para quem quisesse ouvir que Ganso não queria mais vestir a camisa do Peixe.

Delcir Sonda, magnata do DIS, revelou sua intenção de levar o jogador ao Inter.

Na sequência, Ganso desmentiu tudo e se disse feliz no Santos.

LAOR deu por encerradas as tratativas. O Santos ofereceu cerca de 450 mil reais/mês. Ganso e seu staff querem 1 milhão. Diferença gigantesca.

Ganso e sua interminável novela continuam esquisitos, o blog acertou nisso.

Empate nas previsões.

A chegada dos heróis da Libertadores no Corinthians. Coincidência ou destino?

Como quase ninguém sabe, o Corinthians acabou com o estigma que o assolava e conquistou a Libertadores 2012 frente ao Boca Juniors de Riquelme (e ninguém mais!).

O título foi incontestável, invicto, e justo.

O time foi marcado pelo comprometimento com a marcação, pela doação dos jogadores em campo, pelo empenho e transpiração. Mas é inevitável que reconheçamos o destaque de alguns jogadores, os mais importantes pelo título.

A Espanha levou a Euro, mas foi a Itália quem mais surpreendeu

A Espanha levou a Euro, mas foi a Itália quem mais surpreendeu
A Euro 2012 acabou com piaba da Espanha, que aplicou contra a Itália o maior placar de uma final de Eurocopa. Muito se festeja a campeã, cujo futebol muito me agrada. Junta passe, marcação pressão, posse de bola. Mas o grande destaque desta Euro foi o ressurgimento da Itália, totalmente desacreditada antes do início da competição.

Poderíamos pensar em Balotelli, o garoto problema que ninguém confiava. Quem diria que faria um bom torneio?

Poderíamos pensar em Cassano, outro garoto enxaqueca, que sofreu delicadíssima cirurgia no coração, ainda em 2011, e que a maioria pensou não voltaria a jogar (inclusive ele).

Sobre o dilema de Mano e a seleção olímpica


Mano Menezes está com o grupo quase fechado para as Olimpíadas. Rafael e Neto (goleiros), Danilo (lateral), Juan (zagueiro), Casemiro, Sandro, Rômulo, Lucas, Giuliano, Ganso, Oscar, Neymar, Damião e Pato estão garantidos.

Rafael e Alex Sandro (lateral) e Bruno Uvini correm por fora, pois dependem de quais são os acima de 23 anos que serão chamados.

Thiago Silva tem vaga cativa, é líder e capitão. Está mais garantido que a tocha olímpica em Londres.

A nova fornada do Arsenal

Desde a temporada 2005/2006, quando fez a final da Champions contra o Barcelona – e perdeu – o Arsenal nunca mais disputou um título.

Todos os jogadores consagrados debandaram (Henry, Bergkamp, Vieira, Pires, etc.), e Arsene Wenger, por falta de dinheiro ou convicção, botou na cabeça que formaria jogadores.

Não era uma missão como a que enfrentam os clubes brasileiros hoje, de criar centros de treinamento.

O Arsenal montou um verdadeiro esquadrão de olheiros, espalhados pelo mundo inteiro, e com foco principal nos jogadores africanos da França.

Foi assim que chegaram Kolo Touré, Eboué, Diaby, Song, Denílson, Adebayor, Clichy, Flamini e Nasri, além de Fábregas e Van Persie. Foi incorporado ainda Ashley Cole.

Aí os jogadores começaram a sair, na medida em que estavam prontos para explodir, e cientes que no Arsenal não conquistariam títulos. Foram para os maiores da Europa.

Primeiro, o Chelsea precisava de um bom lateral-esquerdo. Foi buscar Ashley Cole.

O Milan buscou Flamini.

Eboué e Denílson, que não vingaram, foram para Galatasaray e São Paulo, respectivamente.

O Manchester City que, visando qualificar seu plantel com a injeção de dinheiro de seu novo proprietário, chegou firme no Arsenal. Levou Kolo Touré, Adebayor, Clichy e, por último, Nasri. Fora Adebayor, o trio se firmou e fortaleceu muito os Citizens.

Agora, no fim da temporada, o Arsenal tem uma fornada prontinha para estourar em times de ponta.

O camaronês Song, ex-doidão, acalmou e melhorou muito o passe. Tornou-se um ótimo volante.

Van Persie, que se descobriu como centro-avante, é atacante top do mundo. Joga em qualquer time.

Times europeus, aproveitem a fornada do Arsenal. Está fresquinha.

Na fornada do ano que vem, devem estar Ramsey, Wilshere, Coquelin e Chamberlain. Ah, e a dupla de zaga Vermaelen/Koscielny, que pode ser solução para muito time.

Sobre o triste fim da 'Anarquia de Caputo'


Este espaço, como um dos mais importantes formadores de opinião da mídia, alertava seus leitores sobre o perigo que pairava sobre a decisão do Ministro do TST Caputo Bastos no ‘Caso Oscar’, em Habeas Corpus impetrado pela trupe do jogador.

Nesta ação, Oscar alegava afronta ao seu direito de ir e vir. Ministro Caputo viu os argumentos, mastigou e deu a liminar, deixando o jogador livre para atuar onde quisesse.

Sobre o Mister antipatia

Ronaldinho Gaúcho foi alvo de pitaco, em meados de dezembro/11. Naquela época, a Traffic tinha abandonado o Projeto Gaúcho, e o Flamengo titubeava sobre se investia no Dentuço ou dava por fracassada sua passagem pela Gávea.

O Flamengo optou por segurar a bronca sozinho, e Ronaldinho seguiu cambaleando, dando muito trabalho.

Em um dos ápices de indisciplina, travou queda de braço com Vanderlei Luxemburgo durante a pré-temporada-12. Gaúcho venceu, e Luxemburgo foi demitido.

Sobre o Athletic Club de Bilbao


São vários os clubes que têm peculiaridades que os tornam diferentes dos demais. Mas não há nada igual ao Athletic Club, conhecido por nós como Athletic Bilbao. O clube foi fundado por ingleses que migraram para Bilbao e burgueses da região, em 1898.

Mas foi em 1911 que o clube editou o estatuto que mudou sua história: a partir daquele momento, apenas jogadores bascos poderiam atuar pelo time. Primeiro, apenas jogadores da província de Biscaia. Em um segundo momento, também foram aceitos jogadores das províncias vizinhas. Em seguida, abriu-se a possibilidade de serem aceitos até jogadores, desde que com origem basca.

Sobre a final da Champions e seus heróis

Sobre a final da Champions e seus heróis. Chelsea Campeão!
O cenário da Champions era muito claro: Barcelona e Real brigariam para ver quem levava o título, com Bayern e United como segunda força. O Chelsea era uma aposta com o recém-contratado técnico português André Villas-Boas e seu elenco envelhecido.

Logo na 1ª fase, o United caiu e deixou o caminho livre para os demais favoritos. Barça, Real e Bayern foram tranquilos até as semis. O quarto elemento era o Chelsea, que era muito surpreendente, mas não como se imaginava no começo.

Sobre a anarquia de Caputo - Final

Tudo sobre o caso Oscar
O caso Oscar está no foco do papodebuteco.org! Em março, vimos a evolução fática do entrevero, até a decisão que determinou o restabelecimento do vínculo com o São Paulo.

No primeiro pitaco desta sequência, vimos a questão dos contrato assinados entre as partes, que serviram de base para a ação movida pelo jogador, além do resumo do que imagino ser a verdadeira história. No último pitaco, vimos a evolução do processo propriamente dito, em cada uma das instâncias, até o Habeas Corpus impetrado pelo jogador.

Sobre a anarquia de Caputo - O Processo

O caso Oscar está pegando fogo, e é o acontecimento mais importante do futebol brasileiro nos próximos tempos. Vimos, em março, a evolução fática do entrevero, até a decisão que determinou o restabelecimento do vínculo com o São Paulo.

Último pitaco, vimos a questão dos contrato assinados entre as partes, que serviram de base para a ação movida pelo jogador, bem como um resumo do que imagino ser a verdadeira história. Hoje, veremos a evolução do processo, em cada uma das instâncias, até o Habeas Corpus impetrado pelo jogador.

Sobre a anarquia de Caputo - O Imbróglio

Caso Oscar
A história do menino Oscar e seu imbróglio já contamos, na perspectiva cronológica dos fatos. Desta vez, faremos um apanhado dos argumentos levantados até aqui, tentando ver como a decisão poderá influenciar no futebol brasileiro.

Sobre Assis

Antes de se consagrar como empresário, Assis foi jogador dos razoáveis. Surgiu no Grêmio, foi para o Sion, da Suiça (não tinha melhor lugar para aprender a operar seu $$), seguiu para Portugal, e rodou por Vasco e Fluminense, em 1996.

Em seguida, retomou o circuito Suiça-Portugal, experimentou o Japão, o Corinthians e México, jamais ficando mais de 1 ano em qualquer clube. Em 2001, articulou com seu irmão – um tal de Ronaldinho Gaúcho – sua saída repentina do Grêmio, e seguiu com o Dentuço para a França (RG10 para o PSG, Assis para o modesto Montpellier).

Sobre o centenário do Santos

o centenário do Santos
O Santos Futebol Clube nasceu aos 14 de abril de 1912, no centro da cidade que lhe emprestou o nome, poucas horas antes do Titanic rumar ao fundo do Pacífico.

Raymundo Marques, Mário Ferraz de Campos e Argemiro de Souza Júnior se reuniram no clube Concórdia e, insatisfeitos por não terem onde treinar o foot-ball, criaram seu próprio clube.

O primeiro título foi o Paulista de 1935, mas ninguém àquela época sabia do tamanho que o clube alcançaria a seguir.

Sobre a contratação de Wesley

O Palmeiras contratou muito bem na virada do ano. Trouxe Juninho, boa revelação do Figueirense; Román, zagueiro esquisito do River Plate; Artur, lateral do São Caetano para fazer sombra para Cicinho; Daniel Carvalho, para revezar com Valdívia; e Barcos, para tomar conta do ataque.

Mas faltava um ‘camarão’ para Felipão completar seu desejo: Wesley. O meia surgiu no Santos, em 2007, e jamais se fixou. Era um meia-atacante ruim, e que não contava com paciência da torcida, que pegava no seu pé.

Sobre Edmundo e o 'se'

Edmundo foi a revelação do Vasco em 1992, o que o levou a ser contratado a peso de ouro pela Parmalat, recém chegada ao Palmeiras, no começo de 1993.

No time alviverde ganhou notoriedade, por conta dos inúmeros títulos que conquistou. Virou o Animal, um dos melhores apelidos que há.

Em 1995, visitou o Flamengo que não deu certo, que tinha Sávio, Romário e Edmundo (e Luxemburgo), excursionando em seguida pelo Corinthians.

Sobre a 'cagadinha' de Léo Rocha

Léo Rocha é achincalhado pelos jogadores do Botafogo
A noite do dia 21 de março de 2012 será inesquecível para Léo Rocha. O jogador, nascido em Itaocara, Rio de Janeiro, foi cedo se aventurar no futebol do Azerbaijão. Jogou pelo Standard Sumgayit, e em seguida tentou a sorte no futebol venezuelano, no CD Lara.

Na volta ao Azerbaijão, jogou ainda pelo Inter Baku, Baku FK e Karabakh, times que ninguém nunca ouviu falar. No começo de 2012, teve a oportunidade de jogar no Brasil, com a oportunidade oferecida pelo Treze, da Paraíba.

Foi então que a Copa do Brasil lhe deu uma grande oportunidade: enfrentar o Botafogo, no Engenhão, em mata-mata. Talvez nunca tenha sonhado com isso.