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As Últimas do Mercado da Bola



Com o fechamento da janela internacional de compras de jogadores para o Brasil, os clubes correm atrás das poucas opções existentes no mercado nacional - quem não tiver disputado o sétimo jogo na Série A ou destaques da Série B- ou, ainda, quem já estivesse sem contrato no Exterior antes de ser encerrada a permissão.

Ídolos, eles realmente existem?

Ídolos, eles realmente existem?
A invasão do futebol pela trupe de empresários e grupos de investimentos trucidaram os últimos resquícios de amor à camisa colocando valores exorbitantes de transferências e salários acima de qualquer sentimento que o atleta possa cogitar sentir. Diante de um cenário que molda o pensamento do jogador a buscar o quanto antes uma transferência ao exterior e obsta o surgimento de ídolos, os termos "ídolo" e "craque" foram perigosamente banalizados.

Levando-se em conta que é mais razoável compreender quando uma jovem promessa realmente desponta e eleva-se ao status de craque, prefiro focar na questão da relação ídolo x torcida. Aliás, esta sabe bem como e quem ungir como ídolo. Contudo, em um universo dinâmico como o futebol, prefiro classificar os ídolos em duas categorias: os ídolos históricos e os ídolos passageiros.

Sobre 'el Mago' Valdívia

Valdívia nasceu em Maracay, Venezuela, mas adotou como pátria o Chile. Surgiu no Colo-Colo, no começo dos anos 2000. Bem cedo, se aventurou na Europa, mas não conseguiu vingar. Passou pelo espanhol Rayo Vallecano e pelo Servette, da Suiça.

Missão falida, voltou ao Chile e ao Colo-Colo, de onde chegou ao Palmeiras, bancado por Salvador Hugo Palaia. Foi se tornar realidade em 2008, com o título paulista e gozação frente a Rogério Ceni.